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quarta-feira, 13 de julho de 2011

Abajur.

Significado:
A palavra abajur vem do francês (abat-jour) que significa “abaixar a luz”. Os mais tradicionais são coberto por um material cônico, para impedir que o usuário enxergue a luz diretamente da lâmpada. Em Portugal, abajur (ou abajour) não se refere à luminária (ou candeeiro), mas sim a este material cônico, que resguarda a luz e que lhe atenua a intensidade.

Breve histórico:

Sua história começa no século XVI no centro de Paris, em cujas ruas ocorreu sua primeira aparição pública. As primeiras luminárias públicas em Milão foram financiadas por receitas da Loto, data de 1784. Estas foram luminárias contendo uma lâmpada de petróleo. Um semiesférico refletor acima do projetor chama a luz para baixo, enquanto outro refletor, levemente côncavo e perto da chama, serviu para direcionar a luz ultimamente.
Friedrich Albert Winsor, primeiro teve a ideia de industrializar a iluminação através da produção de gás em uma fábrica e distribuindo-a através de um gasoduto. Nas primeiras décadas do século XIX, as empresas concorrentes estabeleceram lampiões a gás e a primeira rede de gás nas grandes cidades. Mas havia temores de explosão e de intoxicação.

A chama alimentada pelo gás que sai do bocal era intensa, uniforme e ajustável, branca e brilhante ou avermelhada em vez de laranja, com o petróleo como lâmpadas ou velas.

As desvantagens do gás iluminação foram sobreaquecimento do ar e o consumo elevado de oxigênio, tornando necessária a ventilação da sala ou isolar a chama, separando a sala onde a combustão teve lugar.

Em 1879, Joseph Swan, e Thomas Edison desenvolveram independentemente - combinar e aperfeiçoar elementos já existentes decorrentes da investigação de Humphry Davy, De Moleyn e Göbel - o filamento incandescente, lâmpada elétrica.

Para disfarçar a intensa luz elétrica, luminárias foram utilizadas. Algumas foram feitas por Tiffany em vidro colorido. A grande vantagem da lâmpada elétrica foi à ausência de chama e vestígios de combustão, evitando, assim, todos os riscos de intoxicação, explosão ou incêndio. No início, o filamento carbonizado foi feito de fibras vegetais e, em seguida, fibras de bambu e, finalmente, ligas metálicas, até que, no início do século XX, inventou o filamento de tungstênio, e em 1904 foi estabelecido o abajur.

Hoje o abajur vai além da função de iluminar, ele também decora o ambiente. Veja alguns modelos que você encontrará aqui no Mistura Cenários:









domingo, 8 de maio de 2011

Eliane Lobo casada com a cultura popular!

Desde cedo Eliane Lobo teve contato com a cultura popular (terreiros, os bois do reisados, maracatu...) através deste contato ela se apaixonou pelas cores, brilhos e alegria.

Com um olhar de quem ama, Eliane quis reproduzir em telas toda essa alegria. Não com o objetivo de resgatar a cultura, pois para ela a cultura não precisa ser resgatada, afinal de contas ela está aí, só nos basta vivenciá-la.

A artista autodidata afirma que a cada pincelada, a cada tela pintada ela descobre novas misturas, novas nuances, na verdade vai se encontrando com a arte.

Quando perguntada se ela tem compromisso de retratar em suas telas apenas a cultura de sua região (nordeste) ela afirma que não, pois ela é aberta a todas as expressões.

Eliane começou reproduzindo paisagens, mas, segundo ela, não foi uma boa experiência, pois não gostou do trabalho que desenvolveu. Foi então que decidiu retratar e reproduzir o que ela sempre gostou, a cultura popular. Ao realizar alguns trabalhos de pesquisa na instituição em que trabalha, foi quando ela mergulhou literalmente nas artes plásticas.

Quando questionei sobre a sua fonte de inspiração, ela afirmou que é inesgotável, porque ela retrata o que ela vive. Quando pinta uma tela é como se ela estivesse presente naquele ambiente, naquela festa ... Observando as suas telas podemos perceber que o movimenta que há nelas nós vemos que ela não pinta com uma visão de espectadora, mas sim de participante.

Há uma identificação do publico com a sua arte, pois muitos se recordam do tempo da infância quando participavam ou simplesmente viam os festejos juninos, maracatu...

Eliane deixa bem claro que é uma defensora da cultura popular quando afirmou que há uma desvirtuação das festas juninas, quando todos se juntavam para festejar a boa colheita do milho, era uma festa de contemplação, todos com trajes simples, as mulheres com seus vestidos de chita, mas hoje você fica em dúvida quando observa uma quadrilha nos dias de hoje, pois você fica sem saber se é uma dança portuguesa ou polca. Por isso ela tenta reproduzir em suas telas o mais próximo possível do original que são vilas simples, capelas, vestidos de chita e geralmente no ambiente noturno quando geralmente as festas acontecem para destacar a beleza do colorido.

“Fico feliz em ter minha arte exposta nesta mistura de cenários, culturas, cores e encantos que só se encontra no Mistura Cenários.” Eliane Lobo

Admire um pouco da arte naif de Eliane Lobo que é casada com a cultura nordestina.






Um pouco da cultura popular nordestina:







Não deixe de passar no Mistura Cenários para conferir as belas telas de Eliane Lobo.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Pirogravura – Ana Lee

A pirogravura é uma arte milenar que consiste em gravar sobre superfícies utilizando uma ferramenta incandescente, o pirógrafo. Temos como exemplo da antiguidade dessa arte uma peça peruana de 700 a.C. Com o passar do tempo a humanidade foi evoluindo sua maneira de gravar seus desenhos e escritos com fogo e calor. Já tivemos pirógrafos de benzina e carvão. Atualmente dispomos do pirógrafo elétrico.

Definições a parte, vamos conhecer um pouco desta artista que fazendo de madeira, ar e fogo consegue nos encantar com o resultado final.

Ana Lee começou a fazer desenhos com lápis ainda adolescente, tudo não passava da arte de brincar e de se divertir (...), passou a pintar em tela, com a pintura em tela começou a se profissionalizar, mas ao conhecer o pirógrafo ela simplesmente se encantou.

O primeiro contato de Ana Lee com esta forma de arte foi quando um amigo levou para ela o pirógrafo da escola em que ele dava aula para que ela pudesse gravar os nomes dos melhores alunos na madeira, afinal de contas ela sempre teve uma letra maravilhosa.

Deus abençoe este amigo de Ana Lee, devemos a ele a honra de hoje podermos nos encantar com as belas artes feitas pela a artista.

Com os primeiros trabalhos de pirogravuras, Ana Lee recebeu muitos, mas muitos elogios. Digamos que estes elogios eram parte do combustível que a incentivava a se aperfeiçoar sempre mais. Após três anos adquirindo experiência com a arte de fazer desenhos queimando a madeira, ela chega ao profissionalismo e reconhecimento.  Em 2006,teve o seu trabalho CURUMIM selecionado em um concurso de artes realizado pela FIC/OBOÉ.
CURUMIM


Ana Lee tem prazer em reproduzir expressões humanas, digamos que o minimalismo lhe agrada, a essência de sua arte a “Felicidade no Simples”.
Está obra reproduz uma cozinha do sertão.


O que começou como diversão não deixou de ser diversão, apenas virou um diversão reconhecida por todos, pois a artista já tem peças até na Suécia.

Vejamos algumas peças produzidas/concebidas por Ana Lee (Lembrando que estas e outras peças você encontra no Mistura Cenários):





Confira estas e outras peças no Mistura Cenários.

Blog de Ana Lee: http://artesanalee.blogspot.com

quarta-feira, 30 de março de 2011

Móveis em madeira nunca saem de moda, madeira de demolição nem se fala!

Material de longa durabilidade e de beleza incontestável, a madeira dá charme e combina facilmente com os outros móveis e objetos. Seja no banheiro, cozinha ou sala de estar. Pintada ou ao natural, a madeira usada nos móveis do Mistura Cenários é de demolição, em alta por mesclarem diferentes tonalidades e terem até respingos de tinta.

Mude a decoração de sua casa com pequenas coisas que valorizam seu ambiente.

Veja alguns móveis que você poderá encontrar no Mistura Cenários:





quarta-feira, 2 de março de 2011

Novidades!!!!!!!!!

Bom dia!!!!!!!!!! Hoje temos algumas novidades.
 
Agora vc pode fazer seu evento aqui no Mistura Cenários.
Isso mesmo!
Seu evento poderá ser realizado neste ambiente agradável e com cheiro de cultura. Temos os domingos, segundas e terças-feiras disponíveis para você realizar seu evento. Contamos com serviço de Buffet com vários petiscos e bebidas ou mesmo pratos, também temos a sua disposição música ao vivo. Entre em contato para reservar o Mistura Cenários para seu evento. Teremos o maior prazer em atender você.

A outra novidade é para você que gosta de móveis e artigos de decoração.
O Mistura Cenários irá fazer um dia de descontos que nem os sites de compra coletiva dão. Fique atento, será em um sábado de março.
Nos siga no Twitter (http://twitter.com/misturacenarios), nos acompanhe pelo blog, nos ...adicione no orkut (http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=7487040736364584719) e facebook (http://www.facebook.com/profile.php?id=100001707373621).

Onde estamos?
Rua Barão de Aracati, 1240 altura do nº 1350 da Av. Santos Dumont
Informações e Reservas: 3254.2520 / 9621.7015

sábado, 26 de fevereiro de 2011

FRANCISCO BRENNAND

"Mestre dos Sonhos"

Francisco de Paula Coimbra de Almeida Brennand nasceu a 11 de junho de 1927,  na cidade do Recife, capital do Estado de Pernambuco.
Em novembro de 1971, o artista começou a reconstruir a velha Cerâmica São João da Várzea, fundada pelo seu pai em 1917. Esse conjunto, encontrado em ruínas, deu início a um colossal projeto de esculturas cerâmicas que deveriam povoar os espaços internos e externos do ambiente.
Hoje, após mais de 34 anos de trabalho intenso e obsessivo, confrontamo-nos com esse complexo escultórico, cujo significado dá relevo a um sentido cosmogônico e, ao mesmo tempo, visionário de Francisco Brennand. O escritor e arquiteto Fernando de Barros Borba define as características da arte brennandiana como poucos o fizeram.


É possível encontrar as criações de Francisco Brennand em Fortaleza/CE. Aqui no Mistura Cenários você pode encontrar o "Anjo de Madeira". Peça Unica!!!

Rua Barão de Aracati, 1240 altura do nº 1350 da Av. Santos Dumont - 3254.2520

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Matrioshka, Matriochka ou Matrioska, são os diversos sinônimos para a Boneca RUSSA

A boneca russa é um brinquedo tradicional da Rússia, constituída por uma série de bonecas, feitas de diversos materiais, ainda que o mais frequente seja a madeira, que são colocadas umas dentro das outras, da maior (exterior) até a menor (a única que não é oca). A palavra provém do diminutivo do nome próprio Matryona.
O número de figuras que se conseguem encaixar é, geralmente de 5 ou 7, ainda que existam algumas com um número impressionante de peças. A sua forma é simples, mais ou menos cilíndrica e arredondada e mais estreita na parte superior, onde se situa a cabeça da boneca. Não têm mãos (a não ser as que são pintadas na(s) sua(s) superfície(s)). O grau de sofisticação das matrioscas reside, de facto, na complexidade dos motivos pintados. Outra característica que diferencia as diversas peças são as figuras que encarnam: desde figuras femininas vestidas com trajes tradicionais campesinos, a personagens de contos de fadas, até aos antigos líderes da União Soviética.
A versão feminina é designada, por exemplo, na Sérvia, como бабушка (babuchka), que significa "avozinha", enquanto a versão masculina é designada como дедушка (dyeduchka), "avozinho".
Conta-se que Sergei Maliutin, um pintor artesanal de Abramtsevo, viu uma série de bonecos de madeira representando os Shichi-fuku-jin, os Sete Deuses da Fortuna, encaixados de forma semelhante às bonecas atuais.
Uma outra história é que um senhor que esculpia e vendia bonecas uma vez fez uma boneca tão bonita que não quis vendê-la, levou para a sua casa e colocou no seu criado mudo e deu o nome a ela de Matrioshka. Todas as noites antes de dormir, perguntava a Matrioshka se estava feliz. Até que em certa noite Matrioshka pediu um bebê. Então o senhor esculpiu uma boneca menor chamada Trioshka, serrou a Matrioshka e colocou o bebê dentro dela. Mas logo na noite seguinte, a Trioshka também pediu um bebê. E lá se foi o senhor e fez uma boneca e colocou dentro da Trioshka, desta vez a bebê se chamava Oshka. Assim seguindo o caminho das outras, na noites seguinte Oshka pediu um bebê e lá se foi novamente o senhor fazer mais um bebê. Só que desta vez pensando que isso não iria acabar mais, o senhor fez o bebê e desenhou rapidamente um bigode nele e o chamou de Ka, garantindo que seria homem e não iria pedir um bebê novamente.

No Místura Cenários você encontra Matrioshka (Boneca Russa) e muito mais. Nos faça uma visita a este cenário cheio de história, encanto e arte.
Rua Barão de Aracati, 1240 – Aldeota - Tel: 3254-2520 altura do 1350 da Av. Santos Dumont)

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Guerreiros de Xian

Exército de terracota, Guerreiros de Xian ou ainda Exército do imperador Qin, é uma coleção de mais de oito mil figuras de guerreiros e cavalos em terracota, em tamanho natural, encontradas próximas do mausoléu do primeiro imperador da China. Foram descobertas em 1974, próximas de Xian.

As imagens em terracota foram enterradas junto ao mausoléu do primeiro imperador, Qin Shihuang em c. 259-210 a.C. e foram descobertas em março de 1974 por agricultores locais que escavavam um poço de água a leste do monte Lishan, uma elevação de terra feita por mãos humanas e que contém a necrópole do primeiro imperador da dinastia Qin. A construção desse mausoléu começou em 246 a.C. e acredita-se que 700.000 trabalhadores e artesãos levaram 38 anos para a completar. De acordo com o historiador Sima Qian, na obra Registros do Historiador (c. 100 a.C.), o imperador foi enterrado em 210 a.C. juntamente com grandes tesouros e objetos artísticos, bem como com uma réplica do mundo onde pedras preciosas representavam os astros, pérolas os planetas e lagos de mercúrio representavam os mares. Pesquisas recentes detectaram altos índices de mercúrio no solo, comprovando o historiador.
 
O complexo do mausoléu foi construído para servir como um palácio ou corte imperial. É dividido em vários ambientes, salas e outras estruturas e cercado por uma muralha com diversos portões. Seria protegido por um exército de soldados em terracota guardados nas proximidades, mas os restos de muitos artesãos e suas ferramentas foram encontrados, o que faz acreditar que tenham sido enterrados com o imperador para impedir que revelassem as riquezas ou as entradas aos salteadores.

Terracota é literalmente terra assada, em fornos com temperatura relativamente baixa. Após queimar cada figura, ela era coberta com uma camada de laca, para aumentar a durabilidade. Eram também coloridas para aumentar o realismo da aparência das figuras e de suas roupas e equipamentos. Algumas peças ainda retém traços da pintura, mas a exposição ao ar rapidamente causa o descascamento ou descoloração.
 
8.099 foram escavadas até o momento, incluindo soldados, arqueiros e oficiais, e foram todas feitas em poses naturais. Cada figura porta armas reais como lanças, arcos ou espadas de bronze. Acredita-se que estas armas foram feitas antes de 228 a.C. e podem ter sido usadas na guerra. Carruagens feitas com grande precisão e detalhes também foram incluídas como parte do exército do imperador Qin.
 
As figuras de terracota foram encontradas em três diferentes trincheiras, e uma quarta foi encontrada vazia. Acredita-se que a trincheira maior, contendo mais de 6000 figuras de soldados, carruagens e cavalos, representavam a armada principal do primeiro imperador. A segunda trincheira continha cerca de 1400 figuras da cavalaria e infantaria, também com carros e cavalos, representava a guarda militar. A terceira continha a unidade de comando, com oficiais de alto nível, oficiais intermediários e um carro de guerra puxado por quatro cavalos. É a menor, com 68 figuras.

As figuras de terracota eram fabricadas em oficinas por artesãos do governo. Acredita-se que utilizavam a mesma técnica dos tubos de drenagem de água daquela época. Foram feitos em partes que eram unidas depois da queima e não em uma peça só. Eram então colocadas em seu lugar, em formação militar, de acordo com sua patente e posto.
 
As figuras eram em tamanho e estilo natural. Variavam em peso, indumentária e penteado, de acordo com a patente. A pintura da face, expressão facial individualizada e as armas e armaduras reais utilizadas criavam uma aparência realista e mostravam a qualidade do trabalho e a precisão envolvida na sua construção. Demonstram também o poder de um monarca que podia ordenar a construção de tão monumental empreita.

Escavações no sítio mostraram com grande precisão restos de um incêndio que queimou as estruturas de madeira que abrigavam o exército de terracota, como Sima Qian descreveu em seu livro, consequência de uma revolta liderada pelo general Xiang Yu menos de cinco anos após a morte do imperador. Ele disse que um dos atos do general Yu foi o saque da tumba e seu posterior incêndio. Apesar do incêndio, muitos dos guerreiros de Xian sobreviveram em vários estágios de preservação, cercados pelos restos das estruturas queimadas.
 
Os guerreiros de Xian são hoje um fenomenal sítio arqueológico e um ícone do passado distante da China. O poderio do primeiro imperador Qin Shihuang é evidente na massiva e monumental presença de seus soldados, eternamente prontos a proteger seu líder.

Você pode ter uma réplica dos Guerreiros de Xian fazendo parte de sua de sua decoração. Sabe onde encontrar? Só aqui no Mistura Cenários você encontrar artigos de decoração que vão além da beleza, eles encantam com sua história.